Os vivos e os mortos - cap. 3
Na leitura e discussão deste capítulo, o autor também faz uso de termos/palavras um tanto desconhecidas, o que dificultou em parte o entendimento de alguns trechos. Fizemos buscas em dicionários e até mesmo na internet posteriormente, mas ainda não encontramos significado para alguns termos.
Em resumo, neste capítulo o autor relata que os avanços da ciência comprovaram a existência da vida após a morte e dos planos espirituais, e responsabiliza a Igreja desde os tempos inquisitoriais por dificultar o desenvolvimento cultural que ia contra sua posição dogmática. O desenvolvimento cultural de que fala, parece estar relacionado as próprias pesquisas e comprovações da ciência, que na obra se tratariam dos planos espirituais, dentre outros termos, como a antimateria.
O autor demonstra certa indignação, se posso chamar assim, quanto ao tratamento das comprovações da vida após a morte, que eram dadas como meras suposições.
Neste capítulo o autor fala sobre uma dúvida que tivemos em outro estudo, inclusive já comentada há uns 2 posts atrás, sobre a questão do porque reencarnar se a nossa vida verdadeira é no plano espiritual.
Assim o autor coloca: "Se no plano espiritual os limites de nossas possibilidades de aprendizado se esgotam, por falta de desenvolvimento dos potenciais anímicos, retornamos às duras experiências terrenas. A reencarnação é uma exigência do nosso atraso evolutivo, como a semeadura da semente na terra é a exigência básica da sua germinação e do seu crescimento."
O trecho grifado mostra uma explicação interessante para nossa antiga dúvida (Hugão e Cuco). Não sei se suficiente, mas no mínimo interessante de se pensar.
Por fim, o Herculano argumenta que o pensamento é a energia mais poderosa que dispomos e que ela não está sujeita as leis físicas, em seguida contesta experiências que diziam ser o pensamento uma energia física desconhecida.
Bom, a princípio estas foram as anotações possíveis.
Do mais falamos pelos comentários.
Grande abraço.
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