A moral espírita só faz sentido quando temos a perspectiva
da vida futura.
Jesus divide todas as qualidades nas bem-aventuranças, porém
elas se resumem na caridade. A melhor e mais eficaz forma de amar a Deus é amar
sua criação.
Gênese: Capítulo III- O bem e o mal
Primeiro Kardec combate à ideia de que Deus seria a origem
do mal, a final ele é todo perfeito. Assim que um homem mau se cansa de ser
desse modo, ele toma outro caminho e passa a ser um homem bom, ele é tocado por
Deus.
O bem está sempre relacionado a uma ação positiva, já o mal
basta a não ação. O mal não é uma substância separada, se algo não é bom logo é
mal.
Uma solução para o mal seria se Deus nos criasse perfeitos,
assim não existiria bem ou mal, pois tudo seria perfeito. Porém Deus nos criou
livres, nos deu o livre arbítrio, então abriu espaço para escolhermos o mal.
(item 10)
Muitas paixões e vícios
têm início no excesso do instinto de conservação. Só o homem possui
paixões que são ligadas as necessidades materiais, os animais assim que suas
necessidades são saciadas não buscam mais, por exemplo: guardar comida.
Livro do Espíritos: Capítulo II- Meu reino não é deste
mundo.
Depois de algumas leituras chegamos a conclusão se não seria
nós irmos até o reino de Deus em vez dele trazer seu reino até nós.
Normalmente, pensamos no reino de Deus vindo até nós em vez de nós irmos até
ele, talvez seja nossa mania de comodismo se manifestando.
Atingir Deus, a felicidade só é possível se tivermos em
perspectiva a eternidade.
Quando Jesus diz “ Meu reino não é deste mundo” podemos
entender que o mundo material em que estamos ligados não pertence ao reino de
Jesus, mas sim o plano espiritual.
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