A Homossexualidade: das
ciências ao Espiritismo
Uma
oportunidade para conhecer a sexualidade.
“A homossexualidade é uma
ocasião histórica para reabrir as virtualidades relacionais e afetivas,
não pelas qualidades intrínsecas ao homossexual, mas porque sua posição
‘de viés’, de algum modo, as linhas diagonais que ele pode traçar no
tecido social, permitem aparecer essas virtualidades”
(Michael FOUCAULT).
Objetivo: Pretendemos investigar os fenômenos do SEXO na contemporaneidade segundo a perspectiva espírita. Para tanto, propomos reconhecer a complexidade do SEXO a partir dos vários aspectos envolvidos nesses fenômenos; conhecer o SEXO segundo três das principais ciências que investigam os fenômenos (a Biologia, as Ciências Sociais e a Psicologia), localizando a homossexualidade como caso particular na diversidade desses fenômenos; e pensar o diálogo entre essas áreas e o Espiritismo, avaliando o que este tem a dizer sobre a homossexualidade, como pode colaborar com as ciências para compreender o fenômeno e como pode localizá-lo no campo moral.
Argumento: Pode-se ter a sensação de que nos dias atuais as práticas relativas ao sexo tenham “saído dos trilhos”. Parece haver um aumento no número de pessoas com corpos que não se pode facilmente dizer se são masculinos ou femininos; com práticas sexuais diversas da ortopraxia heterossexual; com modos que não se encaixam nas identidades sexuais tradicionais. Seria o “fim dos tempos”? A depravação total? Deveríamos perceber as mudanças corporais, de hábito e dos papéis sociais como sintoma? Um possível processo de transição planetário explica a situação atual? Mas, afinal, qual é essa situação? Como é possível saber se “saímos dos trilhos” sem ter certeza de haverem trilhos?
Propomos investigar a complexidade desses fenômenos que se pretende compreender. Nesse sentido, é preciso estar atento para o fato de que nos seres humanos a sexualidade (gênero ou sexo biológico) não determina necessariamente a orientação sexual e a identidade de gênero. Por isso, sempre que utilizarmos a palavra SEXO (grafada toda em maiúscula e sem marcação de gênero) estaremos nos referindo a esses três aspectos, a fim de sempre deixar claro que a investigação deve estar atenta para essa complexidade inerente ao objeto em estudo, e dando abertura para que as diversas questões propostas neste temário possam ser desdobradas em cada um dos aspectos citados.
Nossa questão fundamental é a origem da homossexualidade. Quais suas causas? Que aspectos constitutivos do ser humano estariam envolvidos na determinação de que uma pessoa seja, ou não, homossexual? Reconhecida a complexidade do objeto é preciso dar voz às ciências que vem estudando cada um de seus aspectos. Recorreremos à Biologia, às Ciências Sociais e à Psicologia - entendidas como ciências fundamentais voltadas para o SEXO – dando voz aos seus estudos sobre o tema, como faria Kardec que sempre buscou dialogar com as demais ciências em seu tempo. O que elas têm a dizer? Como podem nos ajudar a compreender nosso objeto? Seus âmbitos de estudos guardariam a causa que determina a Homossexualidade?
Se, por um lado, é certo que o caminho pelas sendas científicas deve nos prover de conhecimentos relevantes para responder as questões que levantamos, por outro lado, estamos também certos de lá encontrar problemas que desconhecíamos e que dão origem a novas questões sobre as quais o Espiritismo pode (e, talvez, deva) se pronunciar. Desse modo, no decorrer de nosso estudo devemos estar abertos para pensar não apenas acerca das questões inicialmente postas, mas também - e talvez com maior interesse e empenho - sobre aquelas que sequer imaginamos por ora e que, por ventura, apareçam durante o percurso.
Tópicos propostos: - Qual a diferença e as relações entre sexualidade, orientação sexual e identidade de gênero? Quais as variedades de cada um deles?
- Como as combinações possíveis entre essas variações se manifestam empiricamente?
- As definições espíritas dão conta da diversidade com que nos deparamos nos dias atuais?
- Como deve ser entendida a informação dada no Livro dos Espíritos de que os espíritos teriam sexo mas “não como entendeis”?
- O que é “macho” e o que é “fêmea”?
- Contemporaneidade e SEXO: as mudanças corporais e a definição de gênero
- Quais as funções biológicas de SEXO?
- Há casos de homossexualidade na Natureza? São desvios?
- Homossexualidade é biologicamente determinada? O que determina o biológico?
- Como entender a diversidade dos ethos feminino e masculino de cada povo e tempo?
- Quais as funções sociais de SEXO?
- Homossexualidade é socialmente determinada? O que determina o social?
- SEXO e a formação da mente
- SEXO e identidade: questão de opção?
- Quais as funções psicológicas de SEXO?
- Homossexualidade é psicologicamente determinada? O que determina a psique?
- Quais as funções de SEXO segundo o Espiritismo?
- Há desvios de sexualidade?
- Como o Espiritismo se coloca diante das visões científicas?
- Qual a relação entre SEXO e amor?
Bibliografia sugerida:
ABGLT. Manual de Comunicação LGBT - Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais. Disponível em: http://www.abglt.org.br/docs/ManualdeComunicacaoLGBT.pdf
ANDRÉ LUIZ. Evolução em dois mundos. Psicografia de Chico Xavier.
____________. Sexo e Destino. Psicografia de Chico Xavier e Waldo Vieira.
ÂNGELIS, Joanna de. Adolescência e Vida. Cap. 2, 7, 8, 16, 17 e 22. Psicografia de Divaldo P. Franco.
BAILEY, Natham. W. “Same-sex sexual behavior and evolution” In: Trends in Ecology & Evolution, v. 24, p.439-446, 2009.
BEARZOTI, Paulo. “Sexualidade: um conceito psicanalítico freudiano” In: Arq. Neuro-Psiquiatr. São Paulo, v. 52, n. 1, Mar. 1994.
BOURDIEU, Pierre. A construção social dos corpos. In: _______________. A dominação masculina. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2009. pp. 15-32.
BUTLER, Judith. O parentesco é sempre tido como heterossexual?. In: Cadernos Pagu, (21) 2003: pp.219-260.
CECCARELLI, Paulo Roberto. “A invenção da Homossexualidade” In:Bagoas. Natal, v. 2, 71-93, 2008. Disponível em: http://ceccarelli.psc.br/pt/?page_id=163
CLASTRES, Pierre. O arco e o cesto. In: _______________. A sociedade contra o Estado: pesquisas de antropologia política. Rio de Janeiro: F. Alves, 1978. pp. 71-89. (Ciências Sociais)
EMMANUEL. Vida e Sexo. Psicografia de Chico Xavier.
FOUCAULT, Michel. História da Sexualidade I: a vontade de saber. Rio de Janeiro: Edições Graal, 1988.
FREUD, S. “Três Ensaios sobre a teoria da sexualidade” In: Obras psicológicas completas. Edição Standard Brasileira. Rio de Janeiro: Imago, 1996. v. 7.
GOIS, João Bôsco Hora. “Olhos e ouvidos públicos para atos (quase) privados: a formação de uma percepção pública da homossexualidade como doença” In: Physis. 2000, vol.10, n.2, pp. 75-99.
HOUAISS: Dicionário da Língua Portuguesa. (várias edições)
KARDEC, A. A Gênese – Os milagres e as predições segundo o Espiritismo. Cap. X “Gênese orgânica” e Cap. XI “Gênese Espiritual”.
KARDEC, A. O Livro dos Espíritos. Livro II, Cap. IV “Pluralidade das existências”, Item VI; Livro III, Cap. IV “Lei da reprodução”, Cap. XI “Lei de Justiça, Amor e Caridade” e Cap. XII “Perfeição Moral”.
KARDEC, A. (Dir.) Revista Espírita: jornal de estudos psicológicos. Ano quinto – 1862, pg. 244-245 (contradições a respeito do sexo dos espíritos)
MEAD, Margaret. "A implicação desses resultados"; e "Conclusão". In: _______________. Sexo e Temperamento. São Paulo, SP: Perspectiva, 2000. pp. 267-305. (Debates , 05)
MELLO, Maricilda Palandi de; ASSUMPCAO, Juliana de; HACKEL, Christine. “Genes envolvidos na determinação e diferenciação do sexo” In: Arquivos Brasileiros de Endocrinologia e Metabologia, v.49, n.1, p. 14-25, 2005.
MENEZES, Aline Beckmann de Castro. Análise da investigação dos determinantes do comportamento homossexual humano. 2005.
NUCCI, Marina Fisher; RUSSO, Jane Araújo. “O terceiro sexo revisitado: a homossexualidade no Archives of Sexual Behavior” In: Physis; Rio de Janeiro, v. 19, n. 1, 2009.
PARISOTTO, Luciana et al.; “Diferenças de gênero no desenvolvimento sexual: integração dos paradigmas biológico, psicanalítico e evolucionista” In: Revista psiquiátrica do Rio Grande do Sul. v.25, suppl.1, p. 75-87, 2003.
ROHDEN, Fabíola. “A construção da diferença sexual na medicina” In: Caderno de Saúde Pública. vol.19, suppl.2, pp. 201-212, 2003.
Videografia sugerida:
A PELE QUE HABITO. Direção: Pedro Almodóvar. Espanha, 2011. Título Original: La piel que habito.
BENT. Direção: Sean Mathias. Reino Unido, 1997.
C.R.A.Z.Y. - Loucos de Amor. Direção: Jean-Marc Vallée. Canadá, 2005. Título Original: C.R.A.Z.Y.
COISAS DE FAMÍLIA. Direção: Rodrigo García, Jared Rappaport. EUA, 2005. Título Original: Fathers and Sons.
DO COMEÇO AO FIM. Direção: Aluisio Abranches. Brasil, 2009.
MÁ EDUCAÇÃO. Direção: Pedro Almodóvar. Espanha, 2004. Título Original: La mala educación.
MENINOS NÃO CHORAM. Direção: Kimberly Peirce. EUA, 1999. Título Original: Boys don’t cry.
TODA FORMA DE AMOR. Direção: Mike Mills. EUA, 2010. Título Original: Begginers.
TODO MUNDO TEM PROBLEMAS SEXUAIS. Direção: Domingos de Oliveira. Brasil, 2011.
TUDO SOBRE MINHA MÃE. Direção: Pedro Almodóvar. Espanha, 1999. Título Original: Todo sobre mi madre.
Vídeos Indicados:
Resposta de geneticista a Silas Malafaia, disponível em http://www.youtube.com/watch?v=3wx3fdnOEos
Bonobos, disponível em http://www.youtube.com/watch?v=8VSDVRuPydk
Argumento: Pode-se ter a sensação de que nos dias atuais as práticas relativas ao sexo tenham “saído dos trilhos”. Parece haver um aumento no número de pessoas com corpos que não se pode facilmente dizer se são masculinos ou femininos; com práticas sexuais diversas da ortopraxia heterossexual; com modos que não se encaixam nas identidades sexuais tradicionais. Seria o “fim dos tempos”? A depravação total? Deveríamos perceber as mudanças corporais, de hábito e dos papéis sociais como sintoma? Um possível processo de transição planetário explica a situação atual? Mas, afinal, qual é essa situação? Como é possível saber se “saímos dos trilhos” sem ter certeza de haverem trilhos?
Propomos investigar a complexidade desses fenômenos que se pretende compreender. Nesse sentido, é preciso estar atento para o fato de que nos seres humanos a sexualidade (gênero ou sexo biológico) não determina necessariamente a orientação sexual e a identidade de gênero. Por isso, sempre que utilizarmos a palavra SEXO (grafada toda em maiúscula e sem marcação de gênero) estaremos nos referindo a esses três aspectos, a fim de sempre deixar claro que a investigação deve estar atenta para essa complexidade inerente ao objeto em estudo, e dando abertura para que as diversas questões propostas neste temário possam ser desdobradas em cada um dos aspectos citados.
Nossa questão fundamental é a origem da homossexualidade. Quais suas causas? Que aspectos constitutivos do ser humano estariam envolvidos na determinação de que uma pessoa seja, ou não, homossexual? Reconhecida a complexidade do objeto é preciso dar voz às ciências que vem estudando cada um de seus aspectos. Recorreremos à Biologia, às Ciências Sociais e à Psicologia - entendidas como ciências fundamentais voltadas para o SEXO – dando voz aos seus estudos sobre o tema, como faria Kardec que sempre buscou dialogar com as demais ciências em seu tempo. O que elas têm a dizer? Como podem nos ajudar a compreender nosso objeto? Seus âmbitos de estudos guardariam a causa que determina a Homossexualidade?
Se, por um lado, é certo que o caminho pelas sendas científicas deve nos prover de conhecimentos relevantes para responder as questões que levantamos, por outro lado, estamos também certos de lá encontrar problemas que desconhecíamos e que dão origem a novas questões sobre as quais o Espiritismo pode (e, talvez, deva) se pronunciar. Desse modo, no decorrer de nosso estudo devemos estar abertos para pensar não apenas acerca das questões inicialmente postas, mas também - e talvez com maior interesse e empenho - sobre aquelas que sequer imaginamos por ora e que, por ventura, apareçam durante o percurso.
Tópicos propostos: - Qual a diferença e as relações entre sexualidade, orientação sexual e identidade de gênero? Quais as variedades de cada um deles?
- Como as combinações possíveis entre essas variações se manifestam empiricamente?
- As definições espíritas dão conta da diversidade com que nos deparamos nos dias atuais?
- Como deve ser entendida a informação dada no Livro dos Espíritos de que os espíritos teriam sexo mas “não como entendeis”?
- O que é “macho” e o que é “fêmea”?
- Contemporaneidade e SEXO: as mudanças corporais e a definição de gênero
- Quais as funções biológicas de SEXO?
- Há casos de homossexualidade na Natureza? São desvios?
- Homossexualidade é biologicamente determinada? O que determina o biológico?
- Como entender a diversidade dos ethos feminino e masculino de cada povo e tempo?
- Quais as funções sociais de SEXO?
- Homossexualidade é socialmente determinada? O que determina o social?
- SEXO e a formação da mente
- SEXO e identidade: questão de opção?
- Quais as funções psicológicas de SEXO?
- Homossexualidade é psicologicamente determinada? O que determina a psique?
- Quais as funções de SEXO segundo o Espiritismo?
- Há desvios de sexualidade?
- Como o Espiritismo se coloca diante das visões científicas?
- Qual a relação entre SEXO e amor?
Bibliografia sugerida:
ABGLT. Manual de Comunicação LGBT - Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais. Disponível em: http://www.abglt.org.br/docs/ManualdeComunicacaoLGBT.pdf
ANDRÉ LUIZ. Evolução em dois mundos. Psicografia de Chico Xavier.
____________. Sexo e Destino. Psicografia de Chico Xavier e Waldo Vieira.
ÂNGELIS, Joanna de. Adolescência e Vida. Cap. 2, 7, 8, 16, 17 e 22. Psicografia de Divaldo P. Franco.
BAILEY, Natham. W. “Same-sex sexual behavior and evolution” In: Trends in Ecology & Evolution, v. 24, p.439-446, 2009.
BEARZOTI, Paulo. “Sexualidade: um conceito psicanalítico freudiano” In: Arq. Neuro-Psiquiatr. São Paulo, v. 52, n. 1, Mar. 1994.
BOURDIEU, Pierre. A construção social dos corpos. In: _______________. A dominação masculina. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2009. pp. 15-32.
BUTLER, Judith. O parentesco é sempre tido como heterossexual?. In: Cadernos Pagu, (21) 2003: pp.219-260.
CECCARELLI, Paulo Roberto. “A invenção da Homossexualidade” In:Bagoas. Natal, v. 2, 71-93, 2008. Disponível em: http://ceccarelli.psc.br/pt/?page_id=163
CLASTRES, Pierre. O arco e o cesto. In: _______________. A sociedade contra o Estado: pesquisas de antropologia política. Rio de Janeiro: F. Alves, 1978. pp. 71-89. (Ciências Sociais)
EMMANUEL. Vida e Sexo. Psicografia de Chico Xavier.
FOUCAULT, Michel. História da Sexualidade I: a vontade de saber. Rio de Janeiro: Edições Graal, 1988.
FREUD, S. “Três Ensaios sobre a teoria da sexualidade” In: Obras psicológicas completas. Edição Standard Brasileira. Rio de Janeiro: Imago, 1996. v. 7.
GOIS, João Bôsco Hora. “Olhos e ouvidos públicos para atos (quase) privados: a formação de uma percepção pública da homossexualidade como doença” In: Physis. 2000, vol.10, n.2, pp. 75-99.
HOUAISS: Dicionário da Língua Portuguesa. (várias edições)
KARDEC, A. A Gênese – Os milagres e as predições segundo o Espiritismo. Cap. X “Gênese orgânica” e Cap. XI “Gênese Espiritual”.
KARDEC, A. O Livro dos Espíritos. Livro II, Cap. IV “Pluralidade das existências”, Item VI; Livro III, Cap. IV “Lei da reprodução”, Cap. XI “Lei de Justiça, Amor e Caridade” e Cap. XII “Perfeição Moral”.
KARDEC, A. (Dir.) Revista Espírita: jornal de estudos psicológicos. Ano quinto – 1862, pg. 244-245 (contradições a respeito do sexo dos espíritos)
MEAD, Margaret. "A implicação desses resultados"; e "Conclusão". In: _______________. Sexo e Temperamento. São Paulo, SP: Perspectiva, 2000. pp. 267-305. (Debates , 05)
MELLO, Maricilda Palandi de; ASSUMPCAO, Juliana de; HACKEL, Christine. “Genes envolvidos na determinação e diferenciação do sexo” In: Arquivos Brasileiros de Endocrinologia e Metabologia, v.49, n.1, p. 14-25, 2005.
MENEZES, Aline Beckmann de Castro. Análise da investigação dos determinantes do comportamento homossexual humano. 2005.
NUCCI, Marina Fisher; RUSSO, Jane Araújo. “O terceiro sexo revisitado: a homossexualidade no Archives of Sexual Behavior” In: Physis; Rio de Janeiro, v. 19, n. 1, 2009.
PARISOTTO, Luciana et al.; “Diferenças de gênero no desenvolvimento sexual: integração dos paradigmas biológico, psicanalítico e evolucionista” In: Revista psiquiátrica do Rio Grande do Sul. v.25, suppl.1, p. 75-87, 2003.
ROHDEN, Fabíola. “A construção da diferença sexual na medicina” In: Caderno de Saúde Pública. vol.19, suppl.2, pp. 201-212, 2003.
Videografia sugerida:
A PELE QUE HABITO. Direção: Pedro Almodóvar. Espanha, 2011. Título Original: La piel que habito.
BENT. Direção: Sean Mathias. Reino Unido, 1997.
C.R.A.Z.Y. - Loucos de Amor. Direção: Jean-Marc Vallée. Canadá, 2005. Título Original: C.R.A.Z.Y.
COISAS DE FAMÍLIA. Direção: Rodrigo García, Jared Rappaport. EUA, 2005. Título Original: Fathers and Sons.
DO COMEÇO AO FIM. Direção: Aluisio Abranches. Brasil, 2009.
MÁ EDUCAÇÃO. Direção: Pedro Almodóvar. Espanha, 2004. Título Original: La mala educación.
MENINOS NÃO CHORAM. Direção: Kimberly Peirce. EUA, 1999. Título Original: Boys don’t cry.
TODA FORMA DE AMOR. Direção: Mike Mills. EUA, 2010. Título Original: Begginers.
TODO MUNDO TEM PROBLEMAS SEXUAIS. Direção: Domingos de Oliveira. Brasil, 2011.
TUDO SOBRE MINHA MÃE. Direção: Pedro Almodóvar. Espanha, 1999. Título Original: Todo sobre mi madre.
Vídeos Indicados:
Resposta de geneticista a Silas Malafaia, disponível em http://www.youtube.com/watch?v=3wx3fdnOEos
Bonobos, disponível em http://www.youtube.com/watch?v=8VSDVRuPydk
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